terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Entrevista do Rob

Essa foi uma entrevista que o Rob deu para uma revista alemã:
Como você lida com o sucesso que está te rodeando?
De alguma forma tem se tornado uma rotina diária para mim. Continua estressante e exaustivo mas ao mesmo tempo é bem emocionante. Se você permanece no meio dessas enormes multidões de gente que ficam gritando seu nome e você é puxado para toda direção, você tem a sensação de que você está perdendo o controle sobre tudo. É um sentimento estranho mas eu estou me acostumando com ele.

Você não se sente como um superstar? Você não gosta disso?
Não porque eu vejo isso como meu trabalho. Minha vida particular não é muito diferente do que era antes. Eu continuo gostando das mesmas coisas que sempre gostei. A única coisa que mudou é que eu não posso mais ir em todos os lugares sem ser reconhecido. Eu estou no processo de ir me acostumando com isso.

Você esperava esse sucesso enorme que Crepúsculo trouxe?
De forma alguma. Esse foi meu primeiro filme Americano. Quando começamos eu pensei que fosse um filme de pequeno orçamento e eu não tinha idéia da proporção que ele ia tomar. Nem ao menos enquanto estávamos filmando. Apenas quando toda a histeria começou, meses depois de terminarmos as filmagens, eu comecei a compreender o quão grande era.

Como você explica esse sucesso? Porque as pessoas amam vampiros?
Eu acho que isso é mais que uma história de vampiros. É uma história muito pessoal, íntima e única. Não existem muitas histórias que representem a vida de uma adolescente como algo sério. Em quase todas as histórias as adolescentes são representadas como inconseqüentes e não algo que você deve levar a sério. Crepúsculo não faz isso. Mostra a vida de uma adolescente sem toda a ironia e o cinismo e leva os problemas e os sentimentos adolescentes a sério.

Você interpreta o Edward, que é um vampiro muito sexy
É, a diretora Catherine Hardwicke me ajudou parcialmente com isso. Eu planejei interpretar meu papel como um personagem triste e depressivo. Olha: esse cara tem mais de 100 anos e acha que não há nenhuma razão para ele viver. Ele não pode viver dos seus instintos e ele não consegue se ajustar aos humanos que o rodeiam. Esse foi o porque eu o interpretei de um modo tão depressivo. Aí a Catherine me disse “Não faça isso, isso não parece muito atraente” e ela me deu mais confiança e me ajudou a ver e interpretar o personagem de um ponto de vista diferente.

Você mantém contato com o Daniel Radcliffe?
Na verdade não. Ele está constantemente trabalhando e eu não estive na Inglaterra por quase um ano. Mas nós somos amigos e ele é um cara muito legal.

No seu próximo filme você interpreta o Salvador Dali jovem, que era bi-sexual. Você teve problemas interpretando esse papel?
Foi estranho e algo novo beijar um cara nesse filme. Mas foi muito incrível também (risos). Mas eu não chamaria o Dali de bi-sexual. Ele era mais assexuado com todas as suas neuroses sobre o sexo. Ele era muito contraditório e uma pessoa muito conflitante ao se tratar de sua sexualidade e também suas emoções.

Porque você escolheu esse papel? Você queria fugir da sua imagem como ídolo adolescente?
Eu fiz o filme de Dali antes de fazer Crepúsculo. Eu não tento mudar uma certa imagem ou tento ganhar outra. Eu fiz o papel porque o roteiro era muito interessante. Eu não pensei na minha imagem e nem no futuro.

Houve um grande falatório quando você foi anunciado como o ator e muitas fãs foram contras. Como você se sentiu e como você lidou com isso?
Eu meio que esperei que isso acontecesse. As pessoas têm certas idéias e expectativas. Elas vêem o Edward como O homem perfeito e é claro que todo mundo tem uma idéia diferente de como esse homem perfeito aparenta. No final você pode agradar a todos então eu não me importei muito e apenas fiz o meu trabalho da melhor maneira que eu pude.

Porque você foi o escolhido entre tantas pessoas? O que você acha?

A Catherine Hardwicke e a Kristen Stewart me disseram isso no teste. Eu fui o único que não tentou representar o Edward como um herói forte e confiante. Eu tentei interpreta-lo como como personagem desesperado e despedaçado porque era assim que eu o via. Talvez essa seja a razão.

Para o filme você também gravou 2 músicas que fazem parte da trilha sonora. Você planeja uma carreira como um astro do rock?
Não mais. Eu escrevi essas músicas um ano atrás com um amigo. Naquela época eu considerava desistir de atuar para trabalhar como músico, mas aí o filme de Dali apareceu e logo depois Crepúsculo, que se tornou muito grande. Então eu acho que vou desistir do meu sonho de infância de ser um músico e apenas continuar atuando por agora.

Se eu soubesse que o Rob achou interessante beijar um homem eu me vestiria de homem e ia gravar com o Rob....


Créditos: Pattinson Brazil

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