
Atravessamos uma cidade chamada Carefree, um local lindíssimo, de colinas repletas de árvores de copas redondas e florestas de cactos altos, e Meyer, pára num parque de estacionamento do "Horny Toad", um salloon típico, um pouco envergonhada, - o marido tem estado a oferecer hanbugueres a este jornalista. "Experimenta o Torpedo!" - disse, sendo que torpedo é a designação do Arizona para um hambuguer hiper picante.
"Acho que é isto que as pessoas imaginam quando pensam no Arizona" - diz Meyer. Pede uma salada Cesar á casa e fala acerca da sua vida pré-Crepúsculo.
Nascida em Hartford, sob o nome de Stephenie Morgan, o seu pai era um banqueiro que a batizou com o seu nome - Stephen mais "ie". Aos 4 anos, a família, que é Mórmon, estabeleceu-se nos súburbios de Phoenix. É a segunda de 6 filhos, 3 mulheres e 3 rapazes; vê a sua família como o "The Brady Bunch" (uma série televisiva dos anos 70) sem a Alice, a criada. O vizinhos tinham cavalos nos seus terrenos nos arredores do Arizona; a sua família construía cabanas, caminhos para bicicletas, um campo de paintball. "Era uma terra livre para todos" - relembra. "mais tarde os meus irmãos tornaram tudo muito mais mecânico"
Os livros estavam para Meyer como os jogos de guerra para os irmãos "eu era o bicho do papel" - diz. Uma memória de infância: o seu pai, no corredor entre os quartos a ler-lhes livros não infantis mas, de acordo com a sua filha escritora "os livros que ele queria ler". Nomeadamente, literatura fantástica tipo Tolkien como por exemplo The Sword of Shannara de 1977, um épico de Terry brooks (brevemente adpatado para uma série cinematográfica). O seu pai lia um pouco até á hora de dormir. "No dia seguinte escondia-me no seu armário com o livro " - relembra Meyer - "sentindo que estava fazendo alguma coisa errada, como se não fosse suposto adiantar-me na leitura". A sua mãe era mais século XIX "Ela era quem trazia Austen para casa" - conta Meyer - "A minha mãe é a razão pela qual sou obsessiva com o lado amoroso de qualquer história. Avalio sempre uma história através das relações e dos seus personagens."
Ganhou uma Bolsa Nacional de Mérito no secundário e estudou literatura na universidade, na Brigham Young, onde gostava de escrever sobre Shakeaspeare mas fugia da escrita criativa, com receio de críticas. "Não por ouvir 'Não escreveste tão bem sobre Jane Austen' mas 'O que te passou pela cabeça? És louca!'". Durante a universidade casou com Pancho Meyer, que conheceu aos 4 anos. O seu nome verdadeiro é Christiaan, mas ganhou a alcunha Pancho quando criança, acredite-se ou não, por capricho do avô. "nem sequer é uma boa história" - lamenta-se Meyer. Depois de trabalhar como recepecionista numa imobiliária, tornou-se doméstica após o nascimento do seu primeiro filho, desenvolvendo uma fobia com os seus filhos e piscinas. "Sou uma mãe muito neurótica" - diz. "os meus filhos já nadavam aos dois anos. Há muitas mortes por afogamento aqui. É um dos meus pesadelos pessoais"
Tradução: Twilight Portugal.
Aninha já havia postado a primeira parte, quem não leu pode conferir aqui. ;)










1 comentários:
Tia Sthep *___*
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