sábado, 2 de janeiro de 2010

Nova entrevista com a Anna ao Desert post weekly




Anna Kendrick fez o que poucas pessoas em Hollywood conseguiram fazer — roubar cenas de George Clooney.

Em “Up in the Air,” Clooney interpreta Ryan Bingham, um viajante frequente, contratado por outras empresas para despedir as pessoas.

Essa existência servente é ameaçada pela personagem de Kendrick, Natalie, uma expert aparentemente severa e eficiente que planeja renovar a empresa.

É um papel que tem provocado boatos consideráveis de uma indicação ao Oscar para a atriz de 24 anos.

Também rendeu a ela o prêmio de Estrela em Ascensão do Palm Springs International Film Festival, que será apresentado durante o evento de gala na terça-feira no Centro de Convenções de Palm Springs.

Kendrick já é querida pelos mais jovens por seu trabalho no blockbuster “Twilight”, interpretando Jessica, a amiga da louca-por-vampiros de Kristen Stewart, Bella.

Falamos com Kendrick na manhã em que sua indicação ao Globo de Ouro foi anunciada.

DESERT POST WEEKLY: Conte-nos sobre a primeira vez que você leu o roteiro de “Up in the Air.”

KENDRICK: Quando eu li o roteiro, fiquei impressionada com o quão belo era. Eu li uma grande quantidade de roteiros, e papéis como esse não são mais escritos para jovens mulheres.

(A personagem) Natalie Keener tinha sua própria história e seu próprio arco. Ela não estava só em volta de uma crise amorosa de algum cara. Ela tem sua própria vida e sua própria carreira. Eu não poderia agradecer mais por ter um roteiro tão fantástico para trabalhar.

“Up in the Air” tem recebido ótimas críticas. Por que você acha que o filme atinge tantas pessoas?

Acho que é um filme que veio na hora certa, já que lida com a economia.

Além disso, os temas são completamente atemporais — tentar entender o que você quer na vida e quais são suas prioridades. Todo mundo entende isso.

Como você se preparou para o papel?

Eu falei com meus amigos um pouco sobre o que é o centro da Natalie. Acho que ela se sente prejudicada por ser mulher. É algo que ela quer superar tanto, que ela escolhe um caminho de vida para mostrar que pode ser um dos garotos. Ela conquista isso, mas a que custo?

Você já se sentiu assim?

Fui sortuda o suficiente para ter essa válvula de escape, eu posso trabalhar com várias coisas através da atuação. Entretanto, eu posso me identificar com essa frustração.

Eu fiquei feliz ao ver o Young MC no filme. Aquela cena foi tão legal de fazer quanto pareceu?

Foi tão divertido, e o Young MC não podia ser mais legal. Eu o chamo de Marvin, e ele é o ser humano mais fofo que eu já conheci.

Que tipo de viajante é você?

Sou uma má viajante. Terrível. E principalmente, sou ruim para fazer malas. Eu sempre levo mais. Eu tropeço pela segurança. Eu arrasto muita coisa por aí.

Eu achei que esse filme iria me transformar de maneira mágica em um daqueles viajantes perfeitos, mas esse não foi o caso.

O quão surreal é toda essa atenção que você tem recebido?

É muito bizarro, especialmente com coisas como a indicação ao Globo de Ouro. Não acredito que vou estar lá. Eu ainda tenho aquela impressão infantil sobre eles, tipo espere — essas coisas são na TV. Isso é para pessoas glamourosas, não para mim.

Que tipo de coisas você gosta, além de atuar?


Eu sento e assisto a muitos filmes. Estou seriamente a duas costuras de distância de parecer uma avó.

Qual o melhor filme que você viu esse ano?

Eu adorei “Fish Tank.” Mas eu realmente gosto de quase tudo. Eu certamente não me afasto de ficção científica, fantasia ou qualquer gênero assim.

Como é fazer parte do fenômeno “Twilight”?


Eu não ganho tanta atenção como os outros, graças a Deus. Eu posso ser bem normal. Esta é a bênção de ser um dos personagens humanos. No fim do dia eu posso ser só a Anna.

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