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Chega às telas o terceiro capítulo da Saga Crepúsculo, um dos filmes mais aguardados da primeira metade de 2010. Definitivamente melhor do que os dois longas anteriores, Eclipse finalmente pega no tranco, apesar de ainda não se sustentar como uma produção de requintes em tantos de seus aspectos.
Com um pouco de desconforto devido ao alvoroço que essa Saga causa, realizou-se dia 28 ao fim da tarde, após a vitória do Brasil sobre o Chile, a cabine de imprensa do terceiro e penúltimo filme da Saga Crepúsculo. Dispensável dizer a importância – econômica – que é este lançamento; mas para tudo o mais, confira a exclusiva crítica de Eclipse.
A Saga Crepúsculo: Eclipsepor Henrique Marino
Finalmente a Saga parece ter encontrado o seu tom; conquistou aquela consistência que tanto lhe faltava e reparou alguns erros que eram, no mínimo, risíveis, como os efeitos especiais e certas cenas constrangedoras pela falta de senso – de ridículo – da direção. Tudo indica que a série subiu ao patamar dos blockbusters
David Slade, o terceiro diretor a pôr as mãos na seqüência, conseguiu unir naturalidade com ficção – o que passou longe em Crepúsculo – e deu fluidez às tramas, que agora se misturam num vai e vem mais harmônico. O diretor, que vinha trabalhando com thrillers, saiu-se bem nesse gênero tão diferente, e acabou por imprimir uma pinta bastante hollywoodiana ao drama meloso de Bella e Edward, que sofria seriamente nas más adaptações.
O novo roteiro mescla romance, ação e comédia nos momentos certos. É a composição desses elementos, bem distribuídos na linha do tempo, que torna a película mais ágil. A ação, agora com um suporte melhor de efeitos especiais, é mais aceitável, além de ter um desenvolvimento próprio e delicado. A trama se propõe a contar como Victoria arma um exército de novos-vampiros para matar Bella numa tentativa de vingar-se de Edward; em defesa da protagonista, os Cullen e a alcatéia de Jacob se unirão. Essa é a linha da história que anima ao roteiro e que faltava, ao menos nesta mesma intensidade, nos outros dois filmes da saga.
O humor aparece tímido, mas, pouco forçado, suaviza a difícil história e é capaz de conquistar alguns sorrisos – outra falta das demais produções.
Acima de tudo, mas agora bem dosado, temos o romance de Bella e Edward, com a interferência cada vez mais marcante de Jacob, que luta pelo amor da protagonista e completa o triângulo amoroso. A bifurcação entre os dois garotos se faz notória neste capítulo, e denuncia o discurso da autora sobre amor. Jacob é posto como uma opção fácil e de comodidade, até mesmo mais carnal, mas é por Edward que Bella está irremediavelmente apaixonada, e ele representa a retomada daquele velho amor romântico, de cortejo e abstinência sexual; também traz consigo o símbolo da relação difícil e que precisa ser construída aos poucos, visto que há grandes diferenças entre o casal. É interessante pensar que ainda existe espaço para essa romanização, apesar de inserida numa obra antenada na cultura atual.
Ainda no núcleo das relações da protagonista, a crítica tem questionado a rivalidade que a personagem é capaz de criar entre os dois monstrinhos lindos, mesmo sendo ela uma adolescente antipática e insossa. Observando a questão mais a fundo, percebo que parte do sucesso da Saga advém dos defeitos da protagonista: se ela fosse tão virtuosa quanto a crítica reivindica, seria impossível para uma adolescente, em toda sua insegurança a respeito das relações sociais e amorosas, identificar-se com qualquer personagem da trama. As qualidades de Bella são, antes de tudo, um diálogo em tons de autoajuda entre público e autora.
O filme apresenta progresso em relação aos anteriores, mas ainda falamos da Saga Crepúsculo. Isso é um aviso, na verdade, para quem leu a crítica até este ponto. O progresso é recorrente do desenvolvimento desses três filmes, mas, de modo algum, podemos elevar demais esta obra. Para quem acompanha a séria cinematográfica apenas para se manter atualizado, mas não gostava do que era feito, deve estar ciente de que a essência da história não muda e, portanto, os problemas, nesse quesito, continuam presentes. A maturidade – justificada pelo público alvo – ainda é bastante prejudicada; a direção também não é perfeita, erra a mão em determinadas cenas, principalmente na execução do tempo e exagera nos clichês; também os artifícios do roteiro são claros a um olhar mais perscrutador. Deste modo, deixo sobreavisos os que se empolgaram com as críticas positivas.
The Twilight Saga: Eclipse (EUA, 2010). Fantasia. Romance. Paris Filmes
Direção: David Slade
Elenco: Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner.
E para a minha surpreza, quem escreveu a crítica deu nota 6 para Eclipse! o.O
Por isso ainda prefiro não ler, depois q assistir ao filme leio todos e dicordo de todos! kkkkk
Fonte: PipocaCombo











12 comentários:
Concordo00 com vc Gih...Leio e discordo...¬¬ um bando de mal amados esses críticos...¬¬
aff, só li o começo povo uó, mas vamos para noticias boas, olha q legal uma linha de maquiagem de Eclipse
http://gauchasnamoda.blogspot.com/2010/06/eclipse.html
São super lindas vale a pena conferir... bjss!
http://mary-cherrybomb.blogspot.com/
Vou fazer a minha critica. Meninas e meninos fãs podem comentar aqui e meterem o pau tambem. Sei que vou ser xingado. E vejam e comentem tambem na otima comunidade do orkut "Falando de cinema" com topico exclusivo para eclipse
http://www.orkut.com.br/Main#Community?rl=cpn&cmm=87348301
Após uma torturada auditiva, a pré-estréia do super - aguardado Eclipse me deu a sensação de dever de casa bem feito. O filme Crepúsculo não foi um filme desenvolvido para ser blockbuster. Foi uma supresa. IMENSA. A partir de Lua Nova analisamos a evolução da franquia.
No Lua Nova podemos usar o adjetivo "Teatral". A semelhança com romances antigos, e várias referências a Romeo e Julieta, somado ser o mais meloso de todos os romances da autora Stephenie Meyer, transforma num trabalho com cenas de um visuais bem dramático e apela a cenas abertas e sem muita riqueza de detalhes, focando em cena como um quadro geral.
Em Eclipse temos que tirar o chapéu para o quase competente David Slade. Vou explicar o porquê do quase. Ele foi competente pela riqueza de detalhes. Quem leu o livro vai perceber. Há muitos. Já pela cena primeira cena inicial do filme. Predominaram cenas focadas no rosto dos personagens, sendo o oposto do segundo. E nesse ponto, para quem gosta de detalhes, como eu, vai gostar do bom trabalho. Exemplo: segundo filme, os vampiros brilham no sol. No primeiro constatamos isso numa cena breve. No segundo focalizaram bem isso, até exagerando no brilho. E no terceiro acharam o ponto certo. O brilho acontece quando uma simples, breve e rapida brecha de sol transpassa as nuvens. “E” em uma cena o brilho reflete no rosto da personagem Bella. Muito legal. Há cenas abertas e digo sem medo que são belíssimas, dignas de emoldurar.
Há também foco nos outros personagens da trama. Ponto altíssimo para o diretor e roteirista. Vários são aproveitados, mas o destaque vai para 2 vampiros. O vampiro Jasper e a naturalidade de interpretação do ator Jackson Rathbone, que eu já tinha comprovado seu talento em outros filmes não tão conhecidos, como S. Darko e Dread. E principalmente para o vampiro Riley, que não tem muita aparição no livro, mas o diretor deixa várias cenas para ele e permite o talentosíssimo ator Xavier Samuel marcar sua presença no meio de rostos já famosos e colocar sua marca. Esperem muitos papeis dele daqui para frente.
Outro ponto legal. Apesar de rápidas e poucas, temos cenas de ação no filme. Alivio para os namorados que são obrigados a assistir. Poderia trabalhar mais nelas, mas são bem legais. Os efeitos estão espetaculares.
Agora os personagens principais. Vemos a evolução da atuação da dupla. É inegável o trabalho que o ator Robert Pattison faz com o personagem Edward. Caiu como uma luva. E sua interpretação cresceu muito, como também sua capacidade de demonstrar seus sentimentos pela sua expressão facial. “Prestem a atenção nos detalhes fãs”.
Quem merece ser elogiada é a Kristen Stewart. No primeiro não contamos, no Lua Nova parecia uma múmia atuando, e no terceiro finalmente acha o ponto certo. Fora a química inegável da dupla.
O Jacob é um personagem chato. Lamento para quem gosta dele, mas ele é chato. E o ator é muito novo, não dá conta. Seu papel é ficar sem camisa. É o Marcos Pasquim americano. Perdoem fãs, mas é assim que acho. Um detalhe engraçado. No livro o Jacob tem uns 16 ou 17 anos, e o vampiro Edward tem mais de 100. Refletindo a literatura é igual o comportamento dos atores respectivos. O Robert Pattison já tem uma boa bagagem e tem 24 anos, e o Taylor Lautner está começando agora e tem 18 aninhos ainda. Tem capacidade, mas tem que suar muito e provar que não é apenas músculos. Se bem que a cadeira de Sylvester Stallone (ator bombado e pouca interpretação) vai ficar livre.
E ele tem que parar de falar gemendo no filme, pois ele não fala assim nas entrevistas dele. É irritante.
Estou falando muito bem do filme. Hora de justificar o “quase” do diretor. Em primeiro lugar vemos um filme chamado “concha de retalhos”. Imagine pegar vídeos do youtube e junta-los apenas. Pode ter uma lógica, mas é para um filme fluir, e não ficar pulando de cena para cena. A impressão é que assim: hora da cena das paginas 25 à 45, próxima cena da pagina 69 À 89, assim por diante. Há riqueza inegável das cenas, mas a fluidez e dinamicidade das cenas são péssimas.
Em segundo, apesar dos parabéns de mostrar personagens e historias secundarias (e terciárias) a trama central, isso deixou as cenas curtas e rápidas. Numa cena, a personagem Leah praticamente corre nas falas. Não só ela. Vários outros. E personagens que podiam ter mais, praticamente tem 1 ou 2 “frases”. Se for para ter pouco, melhor não ter. Deveria ter focado numa linha, permitindo poucas historias paralelas e manter conexão e ritmo. Nisso ele falhou.
Nessa falha eu poderia detonar legal o filme. Mas não faço isso porque o filme vai agradar e muito os fãs. Os ingressos dos fãs já é lucro garantido para os produtores. O filme não foi feito para agradar critico e ganhar Oscar. Ele cumpre seu papel, eleva o prestigio de todos que participam dele e entretém até quem não é fã. Nessa visão, o filme cumpre os objetivos.
Jhoana :
I think the movie is very good and do not agree with Filipe Santos. The characters have developed and worked to make this wonderful movie, so we thank you.
I love the twilight saga and I think if there are people who comment just for commenting, I find it very bad. Hold the view for you all instead of walking to annoy other people.
Depois que vejo o filme leio esta crítica... Só digo uma ocisa: Ele não sabe de nada de Crepúsculo! Em algumas (poucas) coisas concordo com ele, mas no geral... DISCORDO!
Filipe Santos, gostei de sua crítica! Acho que devemos ler todos os tipos de críticas, saber o que cada um pensa. Você falou muitas coisas que concordei plenamente! Outras já discordei (não fale mal do meu Jake/Taylor!). Como disse, todas as opniões devem ser vistas e consideradas, pois não há nada nesse mundo que agrade 100% a população mundial!
eu particularmente esperava mais cenas sobre o trio amoroso. agumas cenas ficaram sem ligação ex:
depois do primeiro beijo de bella e jacob, como o edward fica sabendo que a bella ta com a mão quebrada se no filme ela não liga pra ele pra falar é a alice não ver atravez dos lobos.Eu queria tanto ter ouvido a quela frase que eu sei que a maioria tambem quria ouvir (das nuves eu posso cuidar mas não posso lutar contra um eclipse)mas eu adorei o fato da bella ter levado dois foras e da mesma ter dado mais importancia para o jacob e para os sentimentos dele. e como eu não podia deixar de comentar ficou perfeito a cena da victoria e do emmet que não e retratadano livro pois a bella não estar na cidade mas no filme ficou incredibly perfect :D e eu não concordo com 79,9 % do comentario a critica!
Ai eu não concordo com a crítica concordo com algumas coisas (poucas coisas)...
Acho que o Taylor ta começando agora sim, mas nenhum dos três atores tem grandes experiências. E acho que você pegou pesado nas críticas sobre a atuação do Taylor, e ele é bom o suficiente e dá conta sim, por que se não fosse não estaria nos filmes atuando, arrumariam um melhor pra por no lugar dele, então ele não precisa provar pra ninguém que é bom sim, e não é apenas músculos. Porém fazer o que se ele é lindo?
E quanto ao Jacob ser chato, eu discordo SUPER afinal as Saga não passaria do filme "Crepúsculo" se não fosse ele, se ele não existisse seria apenas o amor de Bella e Edward,(Leia-se monótono) portanto na minha opinião ele é essencial no filme e vai muito bem obrigado.
nao gostei de bella ter subido na moto de jake!, acho q no livro nao tem e nao gostei, srsr! assim eu gosto de taylor ator interpretando jacob sim! mas eu naum gosto muito do personagem em si o jacob! "interpretando o cosplay Edward"
Eu entendo bella, e ela nao eh safada! eu entendo no ponto de vista dos tres! mas como eu defendo o casal Bella e Edward, eu achei jacob safado, pois ele fez chantagem emocional com bella! sabendo q ela iria beija-lo por nao perder sua amizade!
Bella ama Edward e ama Jacob! só q o amor dela por jake eh fraternal. e dela por Edward é de homem e mulher! Beijinhos #MiniEd
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